Furacão no Haiti

O furacão Matthew depois de Cuba, passou pelo Haiti. A região sul do país ficou isolada, ontem, terça, após a queda de uma ponte na estrada Route Nationale 2,

que liga esta parte do país com a área da capital Porto Príncipe.

O Ministério do Interior anunciou que 9.280 pessoas foram retiradas de suas casas. “Por enquanto, é impossível fazer um balanço e conhecer a extensão da destruição causada pela passagem do ciclone”, disse porta-voz da Defesa Civil, Edgar Celestin.

“É a pior tempestade que o Haiti sofre em décadas, e todos os danos serão, sem dúvida, significativos. Mais de quatro milhões de crianças podem estar expostas aos estragos do furacão”, declarou o representante do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Haiti, Marc Vincent.

O furacão atingiu a cidade de Anglais por volta das 7h locais (8h, horário de Brasília) com ventos máximos de 230 km/h, informou o NHC, com sede em Miami

A Agência para o Desenvolvimento Internacional (AID) dos Estados Unidos enviou uma equipe de elite de resposta a desastres para Bahamas, Haiti e Jamaica, segundo a France Presse.

Comunicação das Irmãs missionárias brasileiras no Haiti:

O furacão fez grandes destroços na capital de Cayes em outro estado. Derrubou as casas, as chuvas levaram os animais, as ondas do mar subiram e ficaram violentas. O vento vinha a uma velocidade de 240 quilômetros por hora. Algumas pessoas falam que tiveram mortos, mas não temos a informação precisa.

No final de tarde a chuva está diminuindo. O vento também está ficando mais suave. Dizem que esse furacão” Matheus”, foi o mais forte nos últimos 9 anos. As pessoas que estão nas regiões de riscos não querem sair de casa, resistem sair, pois não querem perder seus pertences, mas as autoridades as estão obrigando a deslocaram-se.

Estamos todas de agasalho, a temperatura baixou muito. Ficamos com medo ontem à noite, mas já estamos mais tranquilas.

Vamos nos unir em oração por esse povo que já é muito sofrido.

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