Haitianos constroem cisternas com ajuda da CRB Nacional

Por Rosinha Martins| 18.07.14| Mineiro do norte de Minas, o senhor Ataíde deixou sua cidade natal, Porteirinha para,  junto à CRB Nacional, dar início à concretização do projeto de cisternas de placas, no Haiti. O objetivo é tentar solucionar o problema da falta de água que assola o país.

A assessora executiva para os projetos missionários da CRB Nacional, Irmã Ivani Brito partiu na companhia de senhor Ataíde no dia 03 de julho para realizar o projeto.

Conforme mostram as imagens, a oficina foi abraçada com empenho pela população e as cisternas estão quase prontas.

De acordo com Irmã Ivani, são mais de vinte homens empenhados na causa. “A cada dia ficamos mais animados/as na certeza que chegaremos ao fim. Deus tem sido favorável em todos os momentos para conosco! Bendito seja Deus por tudo”, relatou em mensagem.

A construção da cisterna de placa

A cisterna fica enterrada no chão até mais ou menos dois terços da sua altura.

Sua totalidade consiste em placas de concreto com tamanho de 50 por 60 cm e com 3 cm de espessura (mistura cimento: areia de 1: 4), que estão curvadas de acordo com o raio projetado da parede da cisterna, variando conforme capacidade prevista.

Há variantes onde,  por exemplo, as placas de concreto são menores e mais grossas, e feitas de um traço de cimento mais fino. Estas placas são fabricadas no local de construção em moldes de madeira.

A parede da cisterna é levantada com essas placas finas, a partir do chão cimentado. Para evitar que a parede venha a cair durante a construção, ela é sustentada com varas até que a argamassa esteja seca.

Depois disso, um arame de aço galvanizado (No.12 ou 2,77 mm) é enrolado no lado externo da parede e essa pé rebocada.

Num segundo momento, constrói-se a cobertura com outras placas pré-moldadas em formato triangular, colocada em cima de vigas de concreto armado, e rebocadas por fora.

Armação da parede e reboco externo de cisterna de placa

Depois disso, um arame de aço galvanizado (No.12 ou 2,77 mm) é enrolado no lado externo da parede e essa é rebocada.

Em seguida a parede interna e o chão são rebocados e cobertos com nata de cimento forte.

O telhado da cisterna, cônico e raso, também é feito de placas de concreto, que estão apoiados em estreitos caibros de concreto. Um reboco somente externo é suficiente para dar firmeza. O espaço vazio em volta da cisterna é cuidadosamente aterrado. Assim a terra apóia a cisterna. (fonte:facafacil.com.br)

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