Foi criado o Regional Leste 3 da CNBB


Bispos aprovam a publicação do texto sobre o tema central na série de Estudos da CNBB

Também foram apresentados a primeira versão da Mensagem ao Povo Brasileiro, um balanço da Edições CNBB e as ações dos Organismos do Povo de Deus (Conferência dos Religiosos do Brasil, Conferência Nacional dos Instituto Seculares, Conselho Nacional de Presbíteros, o Conselho Nacional dos Diáconos e o Conselho Nacional de Leigos e Leigas (CNLB)

Foi criado o Regional Leste 3
O episcopado reunido na 58ª Assembleia Geral da CNBB ratificou, em 14 de abril, a criação do regional Leste 3, composto pelas Igrejas Particulares do Estado do Espírito Santo: a arquidiocese de Vitória e as dioceses de Cachoeiro do Itapemirim, Colatina e São Mateus.
O bispo auxiliar do Rio de Janeiro (RJ) e secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Joel Portella Amado, apresentou o resultado da consulta prévia na qual 269 presentes no momento votaram e, destes, 251 bispos aprovaram a criação do 19º Regional da CNBB, 6 foram contrários e houve 12 abstenções.
Uma vez que o número atende a regra do Estatuto da CNBB que prevê, nesses casos, aprovação por maioria absoluta dos presentes, dom Joel conduziu a ratificação, que aconteceu por unanimidade, pelo método de aclamação.

Caráter inovador da Assembleia
Assembleia on-line não tem o calor humano mas não deixa de promover a comunhão e o aprendizado avaliam os bispos
Apesar da falta do bate papo, da convivência fraterna, dos sorrisos no intervalo do cafezinho que o encontro presencial permite e da saudade da casa da Mãe Aparecida, bispos destacam que a 58ª Assembleia Geral da CNBB é histórica, tem um caráter inovador e está sendo muito bem conduzida, planejada, com espaço para reflexões, debates e participação de todos

Primeiro  ano do Pacto pela vida
A crise vivenciada pelos brasileiros e agravada pela pandemia ocasionada pelo novo corona vírus foram as molas propulsoras para que a Igreja no Brasil desse início ao Pacto pela Vida e pelo Brasil, no dia 7 de abril de 2020. A iniciativa, abraçada a princípio por seis signatárias, voltou o olhar para as pessoas que mais sofrem, com o objetivo de lutar e de proteger as mais diversas formas de vida.
De acordo com o bispo de Lages (SC) e presidente do Grupo de Trabalho (GT) do Pacto pela Vida, dom Guilherme Werlang, a vida não pode ser compreendida apenas como a vida humana, mas sim como um conjunto que envolve, também, o planeta, os biomas e a natureza. “Quando o Pacto pela Vida teve início, a pandemia estava começando, assustando a todos nós e ameaçando as vidas brasileiras. Além disso, estávamos vivendo a calamidade de todos os grandes incêndios no Pantanal e na Amazônia, de modo especial”, afirmou.
Além das seis signatárias do Pacto pela Vida – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Sociedade Brasileira para o Progresso das Ciências (SBPC), Academia Brasileira de Ciências e a Comissão Arns – mais de 100 outras entidades já abraçaram a proposta e colocaram mãos à obra. “A CNBB não está sozinha. Estamos trabalhando muitas questões em parceria, desde a vacinação como direito de todos, como a exigência da volta do auxílio emergencial e o diálogo com os três poderes – legislativo, executivo e judiciário – para que as Políticas Públicas sejam executadas em sua plenitude”, afirmou dom Guilherme.

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