“Em êxodo pela paz”: contribuição da Família Scalabriniana junto aos migrantes e refugiados

Stuttgart, 10 out (SIR) – A globalização, a “sociedade líquida” de hoje fizeram do mundo um vilarejo global e globalizaram os vilarejos locais. Na Europa, como em outros continentes, o tecido social é sempre mais caracterizado, também por causa das migrações, pela mestiçagem de línguas, culturas e religiões diferentes.

Isso provoca a necessidade de um grande “êxodo” cultural e espiritual, que comporta uma mudança radical de perspectivas: de uma cultura nacionalista a uma visão mundial, do culto da identidade local à cultura do acolhimento e da alteridade, do mito do confronto de civilizações ao encontro das culturas, de uma visão expansionista das religiões a uma visão dialógica das relações entre as religiões. O novo nome da paz é a convivência, o diálogo empático, o acolhimento. O êxodo é possível somente na sequela de Jesus, que nos revelou a verdadeira face de Deus, que é Amor.

Esta sequela se realiza em cada um de nossos passos cotidianos de êxodo rumo aos outros, na adesão e obediência ao chamado único e pessoal de Deus ao amor, nas várias formas de vida cristã. São os conceitos expressos pelo padre Beniamino Rossi, missionário scalabriniano, Presidente da Agência Scalabriniana para a Cooperação ao Desenvolvimento, que guiou o Fórum de reflexão intitulado: “Em êxodo pela paz… à qual fomos chamados num só corpo (cfr. Col 3,15)”, durante a Scalabrini-Fest dos Frutos 2013.

A iniciativa, que já se tornou tradicional, reuniu mais de 250 jovens, adultos e famílias com crianças, originários de 33 países, de 4 a 6 de outubro, no Centro de Espiritualidade de Stuttgart dos Missionários Scalabrinianos, em colaboração com as Missionárias Seculares Scalabrinianas. Durante a Celebração Eucarística, teve lugar a profissão dos votos de pobreza, castidade e obediência, por parte de uma nova missionária secular scalabriniana, a mexicana Regina Maria Rosales Medina.

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