Frei Rubens Nunes da Mota, OFMCap.

 Na sequencia em nossas reflexões nesta semana da JMJ, acentuamos que as Jornadas mundiais da Juventude (JMJ) são descritas como uma forte experiência festiva de fé; unidade da Igreja, vínculo eucarístico, reconciliação e festa; conexão entre as nações; catolicidade da Igreja; esperança da realização do Reino de justiça e paz; experiência de Comunhão; encontro entre o papa e os jovens; momento de comunhão entre os jovens, os pastores e todos os que procuram Deus de coração sincero. Festival de alegria e unidade de Países e línguas.

Alguns aspectos ressaltados na JMJ dizem respeito à base teológica e cristocêntrica do papa João Paulo II; é um evento da Igreja voltado para a juventude; busca pela comunhão eclesial, apontando o Papa como sinal visível da aproximação da igreja e comunhão com outros jovens que procuram a Deus de coração aberto.

Esta JMJ tem seu movimento mobilizador desde o seu começo com o Bote Fé. Os ícones da Cruz e de Nossa Senhora chegaram a São Paulo, dia 18 de setembro de 2011. Muitos de nós, religiosos e religiosas, nos envolvemos nesta construção: fizemos parte da comissão oficial da CNBB enviada a Madrid para compreender a realização do evento e participamos da construção aqui em nosso País. A VR se envolveu desde a elaboração dos subsídios para os grandes eventos, até na articulação dos grupos de base para acolher os ícones, mobilizar para semana missionária e envio de jovens para o Rio. Muitas congregações aproveitam este evento para fazerem grandes encontros com as Juventudes ligadas aos seus carismas.

É importante compreender que a Jornada vai além do lugar físico, Rio de Janeiro, do tempo do evento, 23 a 28 de julho. A JMJ começou para nós quando soubemos que seria aqui no Brasil. Ela já se tornou realidade nas bases quando os ícones da Cruz e de N. Senhora percorreram as dioceses, paróquias, comunidades, presídios e periferias fazendo com que as pessoas, os jovens tivessem contato direto com esse grande acontecimento. A novidade do Brasil é que a semana que antecedeu a JMJ mudou o nome de pré-jornada para semana missionária e, com essa mudança, dá-se uma tonalidade toda especial de missão para a JMJ. Aconteceu na semana missionária uma bela acolhida dos jovens que chegaram de outros Países, mas mais do que isso, foi um tempo de inclusão. Mesmo as comunidades que não conseguiram acolher estrangeiros são convocadas para esse tempo de vivência da JMJ. A missão preocupa-se com grandes questões: como animar os jovens e como preparar as comunidades e paróquias para acolherem e darem continuidade ao ânimo despertado na JMJ.

Outra novidade esta sendo vivenciada aqui na JMJ com algumas expressões diferenciadas. É o caso da tenda da juventude. Localizada na periferia do Rio, já sinalizando o desejo de mostrar e refletir sobre os desafios que e o processo de inclusão das pastorais que não se sentem contempladas nos outros espaços.


Erofilho Lopes Cardoso (livro ‘A mensagem teológico-pastoral do Papa João Paulo II nas vinte JMJ, Ed. Schoba, 2006).

 

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