Por Luciano Villalba e Regina Céli Palmar|04.02.2015| Animador nato, belo confessor e exímio missionário do amor de Deus. Padre Ghibaldo Orestes, italiano nascido em Turim em 1918, foi homenageado por várias gerações da Paróquia Nossa Senhora Consolata, em Brasília, no dia 31 de janeiro de 2015. Gente de toda idade que partilha da alegria, das palavras e da direção espiritual do missionário há 25 anos, esteve na paróquia para comemorar os 97 anos de idade do “padreco”, como é carinhosamente chamado pela juventude.

Há um quarto de século e quase um quarto da vida, o missionário Consolata evangeliza e valoriza, na paróquia, o amor de Deus através da alegria, dos sorrisos, das broncas, do incentivo ao trabalho pastoral, da busca de lideranças, das palavras de apoio, da motivação nos vários encontros pessoais e comunitários. A nave da Paróquia Consolata, na capital do Brasil, ficou lotada para saudar o padre Orestes numa noite “ma-ra-vi-lho-sa!”, sua expressão preferida.

Padre Orestes presidiu a missa ao lado de cinco outros colegas, dentre eles, dois missionários da Consolata, um queniano e outro congolês, que trabalham em Roraima. Eles são frutos da missão realizada pela congregação na África, continente que agora oferece missionários para o mundo. O aniversariante, como sempre, encheu os corações presentes de alegria, música e sorrisos. As várias gerações de paroquianos conquistados marcaram presença para cumprimentar o diretor espiritual do Encontro de Casais com Cristo (ECC) e do encontro jovem Segue-Me, movimentos que têm a cara do homenageado da noite.

Missionário do Amor de Deus
Walkíria Santos de Melo, 68 anos, conheceu o padre na década de 80, quando participou do ECC. Ela falou da importância das palavras do padre no confessionário. “Ele é essa figura alegre sempre. Me ajudou muito na minha dor da viuvez, com palavras certas pra mim”, diz, emocionada, Walkíria.
Marcus Antonio Lima Rocha, 53 anos, relatou a importância dos ensinamentos do vigário na vida dele como cristão e cidadão. “Ele (Pe. Orestes) me evangelizou. O que sei do amor de Deus, foi o padre que me transmitiu. Levei para minha vida pessoal e profissional o que ele me ensinou”, afirma o servidor público.

Bebel Paisano, paroquiana desde o início da Consolata, lembra a animação das missas de quando ele era pároco. Aos 88 anos, Bebel, que já foi ministra da Eucaristia, diz que se sentia mãe dele. “Ele é maravilhoso”, afirma a paroquiana.

Manuel Queiroga, 78 anos, afirma ter sido conquistado pelo padre há 30 anos. Ele frequentava outra paróquia e foi convidado para assistir uma missa presidida por Padre Orestes e nunca mais saiu da Consolata. “Desliguei tudo. Fiquei só aqui (na Consolata). Ele é um cara extremamente carismático”, comenta Queiroga, com sorriso.

Janaína Rocha, jovem do Segue-me Consolata nos anos 90 e atual dirigente do movimento, assinala que padre Orestes é parte da história do movimento em Brasília. “Posso afirmar que se não fosse pelo padre Orestes, não existiria o Segue-me na Consolata”, comenta Janaína, com admiração.

O gaúcho Selmiro Elias Moreira, 57, ao lado da mulher, Sônia Moreira, 52, afirma que a palavra emoção é a que define padre Orestes. “Tu fica alegre na missa dele. Tu pode estar triste, mas na missa dele se alegra”, afirma, sorrindo, o militar aposentado que conhece o padre há 27 anos, desde que chegou a SQN 113. A quadra dos militares do Exército, que colabora para a renovação intensa de paroquianos que vêm de todo o lugar do Brasil.

Pascom N.S. Consolata Brasília (DF).

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