Por Frei Rubens Nunes, OFMCapCom esta ultima reflexão queremos pensar sobre o legado da JMJ no Brasil. A JMJ foi um evento criado por João Paulo II para ser o encontro dos jovens com o Papa e esta tônica é marcante ao ouvirmos os refrões dos jovens: ‘esta é la juventud del Papa’. Mesmo sendo uma centralidade na festa que é a Jornada, o Papa Francisco manteve em suas homilias e nos pronunciamentos um conteúdo que conduzia a centralidade para Jesus Cristo, dirigindo-se ao jovem em vista da missão.

Mesmo que a JMJ seja vista como um evento que vem e vai, ou seja, um momento histórico não pode ficar na cômoda posição de somente criticarmos e assistirmos. Esta postura já fora criticada por Jesus em relação à Zaqueu, quando quis ver Jesus encima da árvore atrás das folhas. Querer ver Jesus é muito bom, mas do alto, de longe sem se envolver no meio da multidão é meio complicado para uma postura de discipulado. Será que vamos conseguir pensar um projeto que dê continuidade as reflexões e iniciativas que estão sendo geradas. É preciso que se tome conhecimento, que busque contribuir e que se envolva neste processo.

Não tem problemas termos críticas sobre a JMJ, mas é importante sairmos de nossas zonas de conforto e nos prepararmos para acolher e acompanhar as Juventudes em seus processos. Outro aspecto é a continuidade do ânimo despertado. Devemos insistir e investir nesta preocupação sobre a continuidade, pois a Jornada não parou no dia 28 de julho com o retorno do Papa para o Vaticano.

Como será nossas ações até a próxima Jornada em Cracóvia, Polônia em 2016. Pensemos: como ficarão os jovens que irão se aproximar de nós buscando valores, acolhida, ânimo e incentivo?

[1] Artigo publicado na revista Convergência, abril/2013

 

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